Horário: De terça a domingo, das 10h00 às 18h00

Rua Alfredo Guimarães

4800-407 Guimarães

Eventos

“Depois de mim, o dilúvio” é a exposição que marca o regresso do Palacete Santiago ao contacto com o público. Da autoria da jovem artista vimaranense Beatriz Marcos, trata-se de uma instalação interativa que se propõe refletir sobre o papel dos cidadãos face às alterações climáticas e à incerteza do futuro que se avizinha.

Beatriz Marcos licenciou-se em Artes Plásticas – Ramo de Escultura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, e os seus projetos têm, em geral, o carácter de instalação, explorando a relação da obra com o espaço.

Com recurso a materiais como os metais, o plástico, o papel ou a parafina, maioritariamente reciclados, é criada uma exposição em que algumas peças convidam à ação do público e em que quase todas possuem uma ligação ao elemento água e à problemática dos refugiados climáticos.

A exposição é inaugurada no dia 26 de novembro, pelas 16h00, e poderá ser visitada até ao dia 31 de dezembro, de segunda a sexta-feira, entre as 10h00 as 18h00. A entrada é livre.

SINOPSE
A alteração do clima é a crise do nosso tempo.
O aquecimento global e a consequente subida do nível das águas do mar apresentam-se como a maior causa de migração dos povos mais vulneráveis. O elemento água, não só é destruidor de lugares, como também meio de deslocação das populações que das catástrofes naturais se refugiam.
“Depois de mim, o dilúvio” reflete acerca do papel dos cidadãos perante as alterações climáticas, e o conturbado futuro que se avizinha.
Até quando permanecerás na tua bolha egocêntrica, ignorando a tempestade que te rodeia? Depois de ti, depois de mim, depois de nós?
Beatriz Marcos