Horário: De terça a domingo, das 10h00 às 18h00

Rua Alfredo Guimarães

4800-407 Guimarães

Caixa para a âmbula da Extrema-Unção

 

Caixa para âmbula da extrema-unção

Autor: José Coelho de Oliveira

Data: 1830

Material: Prata branca

Dimensões (cm): alt. 23,5 x larg. 19 x comp. 25

Proveniência: Guimarães, Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira

N.º de Inventário: MAS O 7

Esta caixa para a âmbula da extrema-unção, cilíndrica e cuja tampa é rematada por uma cruz, está fixada em bandeja oval com cercadura recortada e vazada (gradinha) e os pés têm a forma de garra. As formas geométricas, simples, são realçadas por grandes superfícies lisas, apenas ornamentadas por grinaldas gravadas.

No início do século XIX, após as invasões francesas e a consequente diminuição do seu tesouro, a Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira encomendou novas alfaias, onde são já visíveis os cânones artísticos do neoclassicismo. Este exemplar ilustra a produção nacional nos meados do século  XIX, prolongando até à exaustão os modelos do neoclassicismo.

Esta caixa de âmbula servia para guardar os santos óleos, usados na extrema-unção dos doentes e moribundos. A extrema-unção, um dos sete sacramentos da Igreja Católica, é ministrada pelos sacerdotes aos fiéis em perigo de vida, pela aplicação dos santos óleos em diferentes partes do corpo.