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O linho e o seu processo de transformação em tecido são o centro da próxima proposta de exposição temporária para o Palacete de Santiago que será inaugurada no dia 27 de março, às 16h30.
Desta vez, o Guimarães Project Room apresenta o Coletivo Palma, que propõe um “trabalho artístico e investigativo” que acompanha o ciclo completo de crescimento e transformação da planta, desde a sementeira até à colheita, e a sua conversão em fibra, fio e tecido. Um percurso que é entendido como um “tempo simbólico de metamorfose”, no qual cada fase ativa uma reflexão sobre as relações entre natureza, trabalho humano, memória e futuro.
Intitulado “100 dias de crescimento”, o projeto resulta de uma residência realizada pelos membros do Coletivo – composto por Catarina Braga e Miguel Ângelo Marques – no Museu de Agricultura de Fermentões, em Guimarães, que cruzou práticas de observação, investigação, recolha, experimentação e ativação de saberes tradicionais, ancoradas no ritmo da planta do linho e nos processos históricos da sua transformação no território do concelho vimaranense.
A exposição pode ser vista até 15 de maio entre as 10h00 e as 18h00. A entrada é livre.